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Displasia espondiloepifisária tardia, tipo MacDermot
ORPHA:163668CID-10 · Q77.7CID-11 · LD24.3OMIM 184000DOENÇA RARA
Início neonatalHerança AD

A displasia espondiloepifisária (SED), tipo MacDermot é caracterizada por baixa estatura, displasia epifisária femoral, ligeiras alterações vertebrais e surdez neurossensorial.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 20/05/2026

Visão geral

A Displasia espondiloepifisária tardia, tipo MacDermot é uma doença genética rara que afeta o crescimento e o desenvolvimento dos ossos, especialmente da coluna vertebral e das extremidades dos ossos longos (epífises). A condição é tão rara que sua prevalência é estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. Os primeiros sinais podem aparecer já no período neonatal ou durante a infância.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas variam de pessoa para pessoa, mas geralmente envolvem alterações esqueléticas que se manifestam precocemente. Como a doença é muito rara, o quadro clínico completo ainda está sendo descrito pela literatura médica. O acompanhamento com um geneticista ou ortopedista é fundamental para identificar e manejar cada caso de forma individualizada.[1]

Causas genéticas

A doença é herdada de forma autossômica dominante, o que significa que uma única cópia alterada do gene responsável já é suficiente para causar a condição. Até o momento, o gene específico envolvido não foi identificado (símbolo do gene: não disponível). A pesquisa genética continua em andamento para determinar a causa molecular exata.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, nos exames de imagem (como radiografias que mostram as alterações características da coluna e das epífises) e na confirmação por testes genéticos. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. Atualmente, há 155 testes genéticos disponíveis para a doença, mas nenhuma variante patogênica foi depositada no ClinVar.[1][2][4]

Tratamento e manejo

Não existe cura específica para a displasia espondiloepifisária tardia, tipo MacDermot. O tratamento é sintomático e de suporte, com foco em reabilitação e acompanhamento multidisciplinar. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional e orientação ortopédica. O manejo deve ser individualizado, com avaliação periódica por uma equipe especializada.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico depende da gravidade das alterações esqueléticas e da presença de complicações associadas. Com acompanhamento adequado e reabilitação precoce, muitas pessoas conseguem manter uma boa qualidade de vida. O suporte de uma equipe multidisciplinar e o acesso a informações atualizadas são essenciais para o bem-estar do paciente e da família.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋

A displasia espondiloepifisária (SED), tipo MacDermot é específica por baixa estatura, displasia epifisária femoral, pequenas alterações vertebrais e surdez neurossensorial.

Publicações científicas
682 artigos
Último publicado: 2025

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
4
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q77.7
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

Preparando trilha educativa...

Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 20/05/2026

Visão geral

A Displasia espondiloepifisária tardia, tipo MacDermot é uma doença genética rara que afeta o crescimento e o desenvolvimento dos ossos, especialmente da coluna vertebral e das extremidades dos ossos longos (epífises). A condição é tão rara que sua prevalência é estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. Os primeiros sinais podem aparecer já no período neonatal ou durante a infância.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas variam de pessoa para pessoa, mas geralmente envolvem alterações esqueléticas que se manifestam precocemente. Como a doença é muito rara, o quadro clínico completo ainda está sendo descrito pela literatura médica. O acompanhamento com um geneticista ou ortopedista é fundamental para identificar e manejar cada caso de forma individualizada.[1]

Causas genéticas

A doença é herdada de forma autossômica dominante, o que significa que uma única cópia alterada do gene responsável já é suficiente para causar a condição. Até o momento, o gene específico envolvido não foi identificado (símbolo do gene: não disponível). A pesquisa genética continua em andamento para determinar a causa molecular exata.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, nos exames de imagem (como radiografias que mostram as alterações características da coluna e das epífises) e na confirmação por testes genéticos. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. Atualmente, há 155 testes genéticos disponíveis para a doença, mas nenhuma variante patogênica foi depositada no ClinVar.[1][2][4]

Tratamento e manejo

Não existe cura específica para a displasia espondiloepifisária tardia, tipo MacDermot. O tratamento é sintomático e de suporte, com foco em reabilitação e acompanhamento multidisciplinar. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional e orientação ortopédica. O manejo deve ser individualizado, com avaliação periódica por uma equipe especializada.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico depende da gravidade das alterações esqueléticas e da presença de complicações associadas. Com acompanhamento adequado e reabilitação precoce, muitas pessoas conseguem manter uma boa qualidade de vida. O suporte de uma equipe multidisciplinar e o acesso a informações atualizadas são essenciais para o bem-estar do paciente e da família.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa24desde 2002
Total histórico682PubMed
Últimos 10 anos5publicações
Pico19932 papers
Linha do tempo
201020202002Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Displasia espondiloepifisária tardia, tipo MacDermot

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Schimke immunoosseous dysplasia (SIOD): Delayed onset of rare disease and novel variant.
    Qatar Med J· 2025· PMID 41953243recente
  2. Progressive Pseudorheumatoid Dysplasia.
    · 1993· PMID 26610319recente
  3. X-Linked Spondyloepiphyseal Dysplasia Tarda.
    · 1993· PMID 20301324recente
  4. Hip Dislocation With Femoral Short Neck in Spondyloepiphyseal Dysplasia Treated by Open Reduction and Valgus Osteotomy: A Case Report.
    Cureus· 2026· PMID 41869232recente
  5. [Analysis of clinical features and genetic variants in a Chinese pedigree affected with Spondyloepiphyseal dysplasia type Ehlers-Danlos syndrome due to variants of B3GALT6 gene].
    Zhonghua Yi Xue Yi Chuan Xue Za Zhi· 2025· PMID 41811047recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:163668(Orphanet)
  2. MONDO:0008472(MONDO)
  3. GARD:16996(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55781505(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Displasia espondiloepifisária tardia, tipo MacDermot

ORPHA:163668 · MONDO:0008472
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
4 casos conhecidos
Herança
Autosomal dominant
CID-10
Q77.7 · Displasia espondiloepifisária
CID-11
OMIM
184000
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1866719
Wikidata
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