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Displasia espondiloepifisária, tipo Stanescu
ORPHA:459051CID-10 · Q77.7CID-11 · LD24.3OMIM 616583DOENÇA RARA
Sistema ósseoInício infantilHerança AD
Também conhecida comoSED
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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 20/05/2026

Visão geral

A displasia espondiloepifisária, tipo Stanescu, é uma doença genética rara que afeta o crescimento dos ossos e das cartilagens. Ela faz parte de um grupo de condições chamadas displasias espondiloepifisárias, que comprometem principalmente a coluna vertebral (espondilo) e as extremidades dos ossos longos (epífises). A prevalência estimada é de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1][4]

Sinais e sintomas

Os primeiros sinais geralmente aparecem na infância ou no início da juventude. As principais manifestações incluem baixa estatura, rigidez articular, dor nas articulações (artralgia) e alterações na marcha (marcha anserina, que lembra o andar de um pato). Na coluna, podem ocorrer achatamento das vértebras (platispondilia), cifoescoliose (curvatura anormal da coluna) e deformidades em forma de bico nas vértebras. Outros achados comuns são coxa valga (desalinhamento do quadril), torção tibial interna (rotação da perna para dentro), ílios hipoplásicos (ossos da bacia subdesenvolvidos), trismo (dificuldade para abrir a boca) e rigidez do pescoço.[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene COL2A1, que fornece instruções para a produção da cadeia alfa-1 do colágeno tipo II — uma proteína essencial para a formação da cartilagem e dos ossos. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma única cópia alterada do gene já é suficiente para causar a condição. Na maioria dos casos, a mutação ocorre de forma espontânea (nova), sem histórico familiar.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, nos achados radiológicos (como platispondilia e deformidades epifisárias) e na confirmação genética. Exames como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH e sequenciamento completo do exoma (WES) podem ser utilizados. No Brasil, esses procedimentos estão disponíveis no SUS com cobertura mínima. Atualmente, há 30 testes genéticos disponíveis e 1.449 variantes registradas no ClinVar relacionadas ao gene COL2A1.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há cura para a displasia espondiloepifisária, tipo Stanescu. O manejo é multidisciplinar e foca no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento pode incluir atendimento em reabilitação para doenças raras, fisioterapia para manter a mobilidade articular, e, em alguns casos, cirurgias ortopédicas para correção de deformidades (como cifoescoliose ou coxa valga). O tratamento medicamentoso é sintomático, mas não há medicamentos específicos aprovados para a doença. O suporte psicológico e educacional também é importante para a adaptação às limitações físicas.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade das manifestações. Muitas pessoas com a condição levam uma vida ativa com acompanhamento regular, embora possam apresentar dor crônica e limitações de mobilidade. A baixa estatura e as deformidades ósseas podem impactar a autoestima e a participação social, mas o suporte de equipes multidisciplinares e grupos de pacientes ajuda a melhorar a qualidade de vida. Não há dados específicos sobre expectativa de vida para este subtipo, mas, de modo geral, as displasias espondiloepifisárias não costumam reduzir significativamente a longevidade quando bem manejadas.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋

Craniossinostose, uma condição na qual as suturas da cabeça se fundem prematuramente e subsequentemente alteram o formato da cabeça, é observada em múltiplas condições, conforme listado abaixo. O nível de envolvimento varia de acordo com a condição e pode variar de craniossinostose menor de sutura única a craniossinostose maior multissutural.

Publicações científicas
682 artigos
Último publicado: 2025

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
7
pacientes catalogados
Início
Childhood
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q77.7
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
Você se identifica com essa condição?
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Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 20/05/2026

Visão geral

A displasia espondiloepifisária, tipo Stanescu, é uma doença genética rara que afeta o crescimento dos ossos e das cartilagens. Ela faz parte de um grupo de condições chamadas displasias espondiloepifisárias, que comprometem principalmente a coluna vertebral (espondilo) e as extremidades dos ossos longos (epífises). A prevalência estimada é de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1][4]

Sinais e sintomas

Os primeiros sinais geralmente aparecem na infância ou no início da juventude. As principais manifestações incluem baixa estatura, rigidez articular, dor nas articulações (artralgia) e alterações na marcha (marcha anserina, que lembra o andar de um pato). Na coluna, podem ocorrer achatamento das vértebras (platispondilia), cifoescoliose (curvatura anormal da coluna) e deformidades em forma de bico nas vértebras. Outros achados comuns são coxa valga (desalinhamento do quadril), torção tibial interna (rotação da perna para dentro), ílios hipoplásicos (ossos da bacia subdesenvolvidos), trismo (dificuldade para abrir a boca) e rigidez do pescoço.[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene COL2A1, que fornece instruções para a produção da cadeia alfa-1 do colágeno tipo II — uma proteína essencial para a formação da cartilagem e dos ossos. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma única cópia alterada do gene já é suficiente para causar a condição. Na maioria dos casos, a mutação ocorre de forma espontânea (nova), sem histórico familiar.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, nos achados radiológicos (como platispondilia e deformidades epifisárias) e na confirmação genética. Exames como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH e sequenciamento completo do exoma (WES) podem ser utilizados. No Brasil, esses procedimentos estão disponíveis no SUS com cobertura mínima. Atualmente, há 30 testes genéticos disponíveis e 1.449 variantes registradas no ClinVar relacionadas ao gene COL2A1.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há cura para a displasia espondiloepifisária, tipo Stanescu. O manejo é multidisciplinar e foca no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento pode incluir atendimento em reabilitação para doenças raras, fisioterapia para manter a mobilidade articular, e, em alguns casos, cirurgias ortopédicas para correção de deformidades (como cifoescoliose ou coxa valga). O tratamento medicamentoso é sintomático, mas não há medicamentos específicos aprovados para a doença. O suporte psicológico e educacional também é importante para a adaptação às limitações físicas.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade das manifestações. Muitas pessoas com a condição levam uma vida ativa com acompanhamento regular, embora possam apresentar dor crônica e limitações de mobilidade. A baixa estatura e as deformidades ósseas podem impactar a autoestima e a participação social, mas o suporte de equipes multidisciplinares e grupos de pacientes ajuda a melhorar a qualidade de vida. Não há dados específicos sobre expectativa de vida para este subtipo, mas, de modo geral, as displasias espondiloepifisárias não costumam reduzir significativamente a longevidade quando bem manejadas.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Características mais comuns

100%prev.
Artralgia
Frequência: 3/3
100%prev.
Platispondilia
Frequência: 3/3
100%prev.
Marcha anserina
Frequência: 3/3
67%prev.
Início na infância
Frequência: 2/3
67%prev.
Coxa valga
Frequência: 2/3
67%prev.
Cunhamento vertebral
Frequência: 2/3
17sintomas
Muito frequente (3)
Frequente (9)
Ocasional (1)
Sem dados (4)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 17 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

ArtralgiaArthralgia
Frequência: 3/3100%
PlatispondiliaPlatyspondyly
Frequência: 3/3100%
Marcha anserinaWaddling gait
Frequência: 3/3100%
Início na infânciaChildhood onset
Frequência: 2/367%
Coxa valga
Frequência: 2/367%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa6desde 2020
Total histórico682PubMed
Últimos 10 anos3publicações
Pico20151 papers
Linha do tempo
20202020Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.

COL2A1Collagen alpha-1(II) chainDisease-causing germline mutation(s) inAltamente restrito
FUNÇÃO

Type II collagen is specific for cartilaginous tissues. It is essential for the normal embryonic development of the skeleton, for linear growth and for the ability of cartilage to resist compressive forces

LOCALIZAÇÃO

Secreted, extracellular space, extracellular matrix

VIAS BIOLÓGICAS (10)
Integrin cell surface interactionsMET activates PTK2 signalingDevelopmental Lineage of Pancreatic Ductal CellsAssembly of collagen fibrils and other multimeric structuresSignaling by PDGF
MECANISMO DE DOENÇA

Spondyloepiphyseal dysplasia congenital type

Disorder characterized by disproportionate short stature and pleiotropic involvement of the skeletal and ocular systems.

OUTRAS DOENÇAS (22)
Legg-Calve-Perthes diseasespondylometaphyseal dysplasia, Schmidt typeplatyspondylic dysplasia, Torrance typeKniest dysplasia
HGNC:2200UniProt:P02458

Variantes genéticas (ClinVar)

1,449 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.2957C>T (p.Pro986Leu) ()
🧬 COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.2464-2A>T ()
🧬 COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.3635G>T (p.Gly1212Val) ()
🧬 COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.3166-1G>C ()
🧬 COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.944G>C (p.Gly315Ala) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 71 variantes classificadas pelo ClinVar.

46
21
4
Patogênica (64.8%)
VUS (29.6%)
Benigna (5.6%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.2957C>T (p.Pro986Leu) [Likely pathogenic]
COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.2464-2A>T [Likely pathogenic]
COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.917_918delinsA (p.Gly306fs) [Likely pathogenic]
COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.1365+3A>C [Likely pathogenic]
COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.1529G>T (p.Gly510Val) [Likely pathogenic]

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Displasia espondiloepifisária, tipo Stanescu

🗺️

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

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Publicações mais relevantes

🥉Melhor nível de evidência: Relato de caso
Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Spondyloepiphyseal dysplasia type Stanescu: Expanding the clinical and molecular spectrum of a very rare type II collagenopathy.

American journal of medical genetics. Part A2020 Nov

Spondyloepiphyseal dysplasia type Stanescu (SED-S) is a very rare type II collagenopathy. We describe an 8-year-old boy who presented with short trunk, C2-C3 vertebral fusion, hand, foot, leg and thigh pain, stiffness and limited joint mobility, and waddling gait. Radiographs showed platyspondyly with anterior wedging and endplate irregularities, broad femoral necks, and large epiphyses and epiphyseal equivalents. Differential diagnosis included progressive pseudorheumatoid dysplasia and SED-S. A skeletal dysplasia custom-designed NGS panel was performed and the heterozygous pathogenic variant c.620G>A; p.(Gly207Glu) in COL2A1 was detected, establishing the diagnosis of SED-S. Vertebral fusions, observed in our patient, have not been previously described in this dysplasia. This variant has not been previously associated with SED-S, but was reported in two other families with spondyloepiphyseal dysplasia. Thus, this case expands the clinical and mutational spectrum of SED-S and demonstrates that SED-S significantly overlaps with other skeletal dysplasias.

#2

Pathogenenic variant in the COL2A1 gene is associated with Spondyloepiphyseal dysplasia type Stanescu.

American journal of medical genetics. Part A2016 Jan
#3

Novel COL2A1 variant (c.619G>A, p.Gly207Arg) manifesting as a phenotype similar to progressive pseudorheumatoid dysplasia and spondyloepiphyseal dysplasia, Stanescu type.

Human mutation2015 Oct

Progressive pseudorheumatoid dysplasia (PPRD) is a rare, autosomal-recessive condition characterized by mild spondyloepiphyseal dysplasia (SED) and severe, progressive, early-onset arthritis due to WISP3 mutations. SED, Stanescu type, is a vaguely delineated autosomal-dominant dysplasia of unknown genetic etiology. Here, we report three individuals from two unrelated families with radiological features similar to PPRD and SED, Stanescu type who share the same novel COL2A1 variant and were matched following discussion at an academic conference. In the first family, we performed whole-exome sequencing on three family members, two of whom have a PPRD-like phenotype, and identified a heterozygous variant (c.619G>A, p.Gly207Arg) in both affected individuals. Independently, targeted sequencing of the COL2A1 gene in an unrelated proband with a similar phenotype identified the same heterozygous variant. We suggest that the p.Gly207Arg variant causes a distinct type II collagenopathy with features of PPRD and SED, Stanescu type.

Publicações recentes

Ver todas no PubMed

Associações

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Doenças relacionadas

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Spondyloepiphyseal dysplasia type Stanescu: Expanding the clinical and molecular spectrum of a very rare type II collagenopathy.
    American journal of medical genetics. Part A· 2020· PMID 32856782mais citado
  2. Pathogenenic variant in the COL2A1 gene is associated with Spondyloepiphyseal dysplasia type Stanescu.
    American journal of medical genetics. Part A· 2016· PMID 26420734mais citado
  3. Novel COL2A1 variant (c.619G&gt;A, p.Gly207Arg) manifesting as a phenotype similar to progressive pseudorheumatoid dysplasia and spondyloepiphyseal dysplasia, Stanescu type.
    Human mutation· 2015· PMID 26183434mais citado
  4. Schimke immunoosseous dysplasia (SIOD): Delayed onset of rare disease and novel variant.
    Qatar Med J· 2025· PMID 41953243recente
  5. Progressive Pseudorheumatoid Dysplasia.
    · 1993· PMID 26610319recente
  6. X-Linked Spondyloepiphyseal Dysplasia Tarda.
    · 1993· PMID 20301324recente
  7. Hip Dislocation With Femoral Short Neck in Spondyloepiphyseal Dysplasia Treated by Open Reduction and Valgus Osteotomy: A Case Report.
    Cureus· 2026· PMID 41869232recente
  8. [Analysis of clinical features and genetic variants in a Chinese pedigree affected with Spondyloepiphyseal dysplasia type Ehlers-Danlos syndrome due to variants of B3GALT6 gene].
    Zhonghua Yi Xue Yi Chuan Xue Za Zhi· 2025· PMID 41811047recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:459051(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:616583(OMIM)
  3. MONDO:0014701(MONDO)
  4. GARD:17812(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Busca completa no PubMed(PubMed)
  7. Q55784940(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Displasia espondiloepifisária, tipo Stanescu

ORPHA:459051 · MONDO:0014701
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
7 casos conhecidos
Herança
Autosomal dominant
CID-10
Q77.7 · Displasia espondiloepifisária
CID-11
Início
Childhood
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4225273
EuropePMC
Wikidata
Evidência
🥉 Relato de caso
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
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