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Síndrome de Toriello-Higgins-Miller
ORPHA:79347CID-10 · Q77.3CID-11 · LD24.04OMIM 215105DOENÇA RARA
Início neonatalHerança AR

Chondrodysplasia punctata, Toriello type is a rare, non-rhizomelic, primary bone dysplasia syndrome characterized by calcific stippling of epiphyses in association with minor facial abnormalities, short stature and ocular colobomata. In addition, patients present chondrodysplasia punctata, brachycephaly, flat facial profile with small nose, flat lower eyelids and low-set ears, developmental delay, brachytelephalangy and deep palmar creases. Complex congenital cardiac disease and central nervous system anomalies (including partial absence of corpus callosum, small vermis, enlargement of the cisterna magna and/or of the anterior horns of the lateral ventricles) have been reported.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 20/05/2026

Visão geral

A Síndrome de Toriello-Higgins-Miller, também conhecida como Condrodisplasia punctata tipo Toriello, é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e cartilagens. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma condição ultrarrara. A doença tem início no período neonatal, ou seja, já está presente ao nascimento.[1]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da Síndrome de Toriello-Higgins-Miller incluem alterações esqueléticas características, como a presença de calcificações puntiformes nas cartilagens (condrodisplasia punctata), que podem ser identificadas em exames de imagem. Outros achados podem envolver baixa estatura, face com características peculiares e possíveis comprometimentos neurológicos. Como os fenótipos específicos não foram detalhados nas fontes oficiais disponíveis, recomenda-se consultar um especialista para avaliação individualizada.[1]

Causas genéticas

A Síndrome de Toriello-Higgins-Miller é herdada de forma autossômica recessiva, o que significa que ambos os pais precisam ser portadores de uma mutação no gene associado para que a criança manifeste a doença. Até o momento, o gene responsável não foi identificado (símbolo do gene não disponível). A condição é registrada no banco de dados OMIM sob o código 215105 e no MONDO como MONDO:0008973.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da Síndrome de Toriello-Higgins-Miller é baseado na avaliação clínica, exames de imagem (como radiografias que mostram calcificações puntiformes) e confirmação genética. Os testes genéticos disponíveis incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). A dosagem de alfa-fetoproteína também pode ser solicitada como parte da investigação. No Brasil, esses procedimentos estão previstos no âmbito do SUS com cobertura mínima.[1][2][4]

Tratamento e manejo

Não há medicamentos específicos aprovados para a Síndrome de Toriello-Higgins-Miller. O manejo é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento pode incluir atendimento em reabilitação para doenças raras, disponível no SUS, além de suporte ortopédico, fisioterápico e neurológico, conforme a necessidade de cada paciente. É fundamental que o tratamento seja individualizado por uma equipe médica especializada.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da Síndrome de Toriello-Higgins-Miller varia conforme a gravidade dos sintomas e a presença de complicações associadas. Por ser uma condição ultrarrara, não há dados consolidados sobre a expectativa de vida. O acompanhamento regular com especialistas e o acesso a serviços de reabilitação podem contribuir para a melhora da funcionalidade e da qualidade de vida. O suporte familiar e psicológico também é recomendado.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋

Condrodisplasia punctata tipo Toriello é uma doença autossômica recessiva rara caracterizada por calcificações puntiformes em cartilagens, dismorfias faciais, contraturas articulares e deficiência de crescimento.

Publicações científicas
750 artigos
Último publicado: 2026 Apr 1

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
3
pacientes catalogados
Início
Neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q77.3
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 20/05/2026

Visão geral

A Síndrome de Toriello-Higgins-Miller, também conhecida como Condrodisplasia punctata tipo Toriello, é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e cartilagens. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma condição ultrarrara. A doença tem início no período neonatal, ou seja, já está presente ao nascimento.[1]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da Síndrome de Toriello-Higgins-Miller incluem alterações esqueléticas características, como a presença de calcificações puntiformes nas cartilagens (condrodisplasia punctata), que podem ser identificadas em exames de imagem. Outros achados podem envolver baixa estatura, face com características peculiares e possíveis comprometimentos neurológicos. Como os fenótipos específicos não foram detalhados nas fontes oficiais disponíveis, recomenda-se consultar um especialista para avaliação individualizada.[1]

Causas genéticas

A Síndrome de Toriello-Higgins-Miller é herdada de forma autossômica recessiva, o que significa que ambos os pais precisam ser portadores de uma mutação no gene associado para que a criança manifeste a doença. Até o momento, o gene responsável não foi identificado (símbolo do gene não disponível). A condição é registrada no banco de dados OMIM sob o código 215105 e no MONDO como MONDO:0008973.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da Síndrome de Toriello-Higgins-Miller é baseado na avaliação clínica, exames de imagem (como radiografias que mostram calcificações puntiformes) e confirmação genética. Os testes genéticos disponíveis incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). A dosagem de alfa-fetoproteína também pode ser solicitada como parte da investigação. No Brasil, esses procedimentos estão previstos no âmbito do SUS com cobertura mínima.[1][2][4]

Tratamento e manejo

Não há medicamentos específicos aprovados para a Síndrome de Toriello-Higgins-Miller. O manejo é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento pode incluir atendimento em reabilitação para doenças raras, disponível no SUS, além de suporte ortopédico, fisioterápico e neurológico, conforme a necessidade de cada paciente. É fundamental que o tratamento seja individualizado por uma equipe médica especializada.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da Síndrome de Toriello-Higgins-Miller varia conforme a gravidade dos sintomas e a presença de complicações associadas. Por ser uma condição ultrarrara, não há dados consolidados sobre a expectativa de vida. O acompanhamento regular com especialistas e o acesso a serviços de reabilitação podem contribuir para a melhora da funcionalidade e da qualidade de vida. O suporte familiar e psicológico também é recomendado.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa30desde 1996
Total histórico750PubMed
Últimos 10 anos5publicações
Pico20263 papers
Linha do tempo
2000201020201996Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de Toriello-Higgins-Miller

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Associações

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Maternal and fetal outcomes in pregnancies affected by mixed connective tissue disease.
    Obstet Med· 2026· PMID 41940214recente
  2. Unraveling PEX6: insights into very-long-chain fatty acid levels and peroxisome biogenesis disorders in pediatric populations.
    Ann Pediatr Endocrinol Metab· 2026· PMID 41787707recente
  3. Airway Involvement in Conradi-Hünermann-Happle Syndrome: A Novel Clinical Manifestation.
    Laryngoscope· 2026· PMID 41735768recente
  4. Metabolomic Profiling Reveals Brain Lipid Alterations in PEX7-Deficient Models of Rhizomelic Chondrodysplasia Punctata.
    Biomolecules· 2025· PMID 41594547recente
  5. Neonatal X-linked recessive chondrodysplasia punctata.
    QJM· 2025· PMID 41172261recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:79347(Orphanet)
  2. MONDO:0008973(MONDO)
  3. GARD:16716(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55998559(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Síndrome de Toriello-Higgins-Miller
Compêndio · Raras BR

Síndrome de Toriello-Higgins-Miller

ORPHA:79347 · MONDO:0008973
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
3 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
Q77.3 · Condrodisplasia puntacta
CID-11
OMIM
215105
Início
Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1859132
Wikidata
DiscussaoAtiva

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